INFORMAÇÕES TÉCNICAS E 10 RESPOSTAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE PNEUS

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INFORMAÇÕES TÉCNICAS E 10 RESPOSTAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE PNEUS

Saiba quando é preciso trocar, qual é a calibragem ideal, para que serve o rodízio e muito mais!

Se você pedir indicações de cuidados para os pneus, é bem provável que a primeira recomendação seja manter a calibragem em dia. Só que isso não basta para garantir a segurança de quem está a bordo - e a vida útil do pneu. Por esse motivo, reunimos dez dicas para ajudar quem ainda tem dúvidas. Confira!

O que são pneus verdes?

São pneus de baixa resistência à rolagem graças à maior presença de sílica na composição. Com isso, os chamados pneus verdes têm menor resistência ao rolamento, o que possibilita a redução no consumo de combustível, além quase sempre serem mais leves e menos ruidosos. Ainda que tenham se popularizado e evoluído nos últimos anos, esses pneus ainda têm, na maioria das vezes, estabilidade e números de frenagem inferiores aos pneus convencionais.

O que são pneus run flat?

Pneus runflat têm a capacidade de rodar, mesmo quando furados, a um limite de 80 km/h por, no máximo, 80 quilômetros, o que permitiria chegar a um local para a troca, o que dispensa o estepe. Para isso, esse tipo de pneus têm as estruturas laterais reforçadas para suportar as cargas adicionais e não deformar tanto quanto aconteceria com um pneu convencional.Pneus têm validade?

Não existe, necessariamente, uma validade para os pneus e a maioria das marcas oferece uma garantia de cinco anos a partir da data da compra. Caso não tenha a nota fiscal da compra, fica valendo a garantia de cinco anos após a fabricação. Para identificar isso, basta procurar nas laterais o número DOT, sendo que os quatro últimos dígitos indicam semana e dois últimos dígitos do ano de produção (por exemplo, 1315, 13ª semana de 2015).

Rodízio de pneus: o que é e pra que serve?

Em média, deve ser feito a cada 10 mil km - a informação precisa consta no manual. Serve para que os pneus tenham um desgaste uniforme. Existem planos diferentes de rodízio para modelos com tração dianteira, tração traseira, pneus unidirecionais e até mesmo para trocas que incluam o estepe. Por isso, o ideal é seguir as recomendações do próprio fabricante.

Como identificar se é hora de trocar os pneus?

Por lei, os pneus devem ter sulcos com, no mínimo, 1,6 mm de profundidade - a maioria dos fabricantes disponibilizam marcas no pneu para identificar quando o limite foi atingido. Apesar de existirem reparos para furos na banda de rodagem, alguns danos exigem a troca dos pneus, como é o caso das “bolhas” que podem aparecer nas laterais dos pneus ao encostar nas guias ou passar por obstáculos como buracos, ou quando a estrutura metálica fica aparente.

O que acontece se eu não calibrar os pneus corretamente?

A vida útil dos pneus pode reduzir em 45% e o consumo de combustível pode aumentar em 4%. Carros com pneus com falta de pressão são mais suscetíveis à aquaplanagem. Quando o pneu fica mais murcho, sua área de contato com o solo aumenta e ele empurra a água para frente ao entrar em um piso molhado. Com isso, o acúmulo de água a sua frente fica maior. Com pressão baixa os pneus também ficam mais sensíveis a danos na lateral por impacto, como queda em buraco, choque contra o meio fio, entre outros.

Excesso de pressão também é um problema?

Sim - principalmente com picapes. Ao carregar a picape, é preciso aumentar a pressão dos pneus. Mas ao esvaziá-la, a pressão deve ser reduzida ao normal exigido pela montadora. Como o pneu fica rígido, ele tende a quicar mais, trazendo instabilidade ao eixo traseiro por causa desse excesso. Pode causar perda de controle facilmente.

Qual a frequência ideal para calibragem?

O ideal é calibrar toda semana, sempre com os pneus "frios", ou seja, nunca depois de uma viagem.

Qual é a pressão ideal para os pneus?

Varia de carro para carro. A calibragem sempre deve ser feita de acordo com as indicações da fábrica, que constam no manual do proprietário - alguns veículos também têm etiquetas localizadas na coluna da porta do motorista ou na tampa do bocal de combustível com as indicações.

Como faço para o pneu durar mais?

Calibre de forma correta, faça o rodízio no tempo determinado pelo fabricante e evite aceleradas e freadas bruscas.Fonte: redação AutoEsporte

OS PNEUS NOVOS TEM UMA NOTA. SAIBA DECIFRAR AS INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Todos trazem uma etiqueta do Inmetro com classificações de performance que ajudam a escolher qual modelo comprar

Faz pouco mais de um ano que a etiquetagem de pneus passou a ser efetivamente notada pelos consumidores brasileiros. Os primeiros modelos com selo do Inmetro chegaram ao mercado entre 2015 e 2016, mas só em abril de 2018 as etiquetas se tornaram obrigatórias para todos os pneus novos radiais de passeio e para veículos comerciais, importados ou nacionais.

E isso vem mudando a forma de consumi-los. Se antes existia pouca (ou nenhuma) informação técnica, agora há três notas que mostram a performance em piso molhado, no consumo de combustível e no ruído.

“Eu brinco que a etiqueta dos pneus é abençoada. Todos os outros produtos têm apenas um quesito, já o nosso tem três indicadores!”, diverte-se Eduardo Roveri, gerente de certificação da Continental. Para o executivo, o programa é jovem e pode parecer confuso à primeira vista, mas estabeleceu um desempenho mínimo e trouxe transparência. “Antigamente, era a experiência do usuário ou uma recomendação”, recorda.

Na prática, a etiqueta do Inmetro é uma réplica do modelo europeu. O selo contém graduações de A a G, sendo as primeiras referentes ao melhor desempenho. Com base nessas notas, o consumidor pode decidir que critério priorizar — se quer um pneu que ajuda a poupar combustível (menor resistência à rolagem) ou com maior aderência em pista molhada.

“Hoje é possível fazer a análise na hora da compra. Os pneus têm similaridade muito grande na aparência, e o consumidor não tinha como distinguir os modelos”, endossa Fernando Pexe, líder de marketing de pneus de passeio da Good Year. Entretanto, mesmo com os três indicadores ainda há casos que geram dúvidas. Por que, por exemplo, um pneu considerado “caro” pode ter notas baixas em consumo e ruído?

“Esses pneus normalmente possuem medidas esportivas, privilegiam a frenagem, a estabilidade, e não têm foco em rolamento e ruído. Dependendo da medida, a física torna mais fácil ou difícil alcançar um resultado”, explica João Scalabrin, supervisor comercial de desenvolvimento de produto da Continental.

Segundo o executivo, um pneu de uso misto (todo terreno) terá péssimo desempenho em ruído, pois o desenho dentado dos sulcos busca dar maior tração em piso irregular, mas é ruidoso sobre o asfalto liso. Scalabrin conta ainda que é necessário considerar as linhas de produtos. No caso da Continental, os pneus “terão sempre nota melhor e serão mais caros que os modelos da General Tires”, marca de entrada da empresa.

Para Sergio Kina, gerente técnico do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), que atua ao lado do Inmetro na certificação das etiquetas, a questão do preço é natural do mercado. “As empresas competem entre si e o custo é um fator de atração. Mas é importante lembrar que não existe milagre. Se tem um pneu ‘nota A’ e outro com a mesma graduação que custa um terço do valor, é preciso ficar atento à pirataria”, aponta. “Por isso é essencial ter a etiqueta”, completa.

O selo brasileiro só não mostra o quanto dura cada pneu. O Inmetro não adotou o indicador de desgaste (Treadwear). O índice é uma referência criada nos Estados Unidos para a durabilidade, mas não representa exatamente o quanto um modelo é capaz de rodar, já que a vida útil depende de diversos fatores.

Esse índice é calculado com base no desgaste apresentado em um teste que consiste em rodar 15.500 km (9.600 milhas) em velocidade constante e sobre o mesmo piso. Mas embora deva o Treadwear, a indústria acredita que o mercado amadureceu com a etiquetagem. “O regulamento definiu limites mínimos de performance para cada um dos três critérios e permite apenas a entrada de produtos que atendam a esses limites”, valoriza Klaus Curt Müller, presidente executivo da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip). Escrito por Diogo Oliveira

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