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::: 04 dicas para o seu carro

* Entenda a diferença entre o aditivo vendido em frasco e a gasolina aditivada

* Como lavar o seu carro de maneira adequada

* Guia sobre lubrificação de motores

* Como saber quando é preciso trocar o óleo do carro?

Dica 1:::

| Entenda a diferença entre o aditivo vendido em frasco e a gasolina aditivada

Algumas montadoras sugerem que, ao abastecer o seu veículo, você opte sempre pelo combustível aditivado. Mas será que essa é realmente a melhor opção?

Na gasolina aditivada a concentração do componente responsável pela limpeza do sistema geralmente é o mínimo necessário, e, para casos de veículos que apresentem falhas na aceleração, não é suficiente. Precisaria abastecer 3 a 4 tanques com este combustível para sentir uma melhora.

De acordo com os problemas apresentados no seu veículo, os aditivos para gasolina podem trazer diversos benefícios para o motor que serão sentidos na dirigibilidade, porém é importante escolher o aditivo mais adequado.

Por isso, é necessário saber a diferença entre os aditivos que podem ser comprados separadamente, nos postos de combustível, auto peças ou diretamente no site das fabricantes, e o combustível que já possui uma aditivação em sua composição.

Aditivo vendido em frasco e a gasolina aditivada

No caso da gasolina aditivada, os aditivos são colocados diretamente na formulação do combustível. Essa composição química tem pouca variedade entre uma marca e outra, mas normalmente tem propriedades de limpeza, que ajudam na remoção de resíduos e da sujeira de uma maneira simples.

Já o aditivo vendido em frasco pode ser colocado separadamente, de acordo com a necessidade ou a cada abastecimento. Sua função detergente remove e evita a formação de resíduos carbônicos da queima da gasolina e a função dispersante ajuda na quebra desses resíduos para que eles possam ser expelidos pelo próprio sistema de exaustão. Além disso, tem outras funcionalidades, garantindo que a gasolina, ou até mesmo o etanol, traga economia do consumo de combustível, redução na emissão de poluentes, melhor rendimento e ainda ajude na preservação do motor.

Vale a pena abastecer com a gasolina aditivada?

A melhor opção é conhecer bem a procedência de todas as substâncias que você coloca no seu carro. Portanto, quando possível, compre um produto de sua confiança e faça a aditivação mais adequada. Desconfie de preços abaixo do mercado. No caso dos veículos flex, no entanto, é importante que o aditivo vendido em frasco seja adequado para o tipo de combustível utilizado. Para isso, existem produtos específicos, como o aditivo para motor flex, que pode ser usado tanto para o etanol quanto para a gasolina, sem prejudicar o funcionamento do motor.

Benefício do aditivo vendido em frasco

O aditivo para combustíveis pode trazer importantes benefícios. Ele otimiza e adiciona propriedades no combustível que, além de fazer o veículo rodar adequadamente, ajuda a cuidar do seu motor e evitar danos irreversíveis.

Além disso, você também conhece a procedência do produto que está adicionando ao tanque. Para quem abastece em diferentes postos, o aditivo vendido em frasco é a opção mais segura para garantir a aditivação adequada e o correto funcionamento do motor.

Dica 2:::

| Como lavar o seu carro de maneira adequada

Lavar o carro em casa exige atenção e alguns cuidados especiais. Afinal, não são apenas os acessórios e as peças internas do seu veículo que o deixam melhor. O aspecto externo também é importante para deixá-lo mais valorizado e preparado para qualquer situação.

Quando a limpeza de veículos é feita de maneira inadequada, ela pode gerar uma série de prejuízos ao seu carro – e também ao seu bolso! Entre os problemas que a limpeza inadequada pode trazer estão os arranhões na pintura, aparecimento de manchas ou até mesmo acidentes pela falta de visibilidade nos vidros. Por isso, é muito importante fazer a higienização adequada do seu veículo!

Cuidado com o sol

No momento de lavar o seu carro, é muito importante que ele esteja na sombra e a carroceria deve estar fria. O calor faz com que a água evapore mais rápido, mantendo o sabão no veículo – o que pode resultar em manchas na pintura. Por isso, além de tomar o cuidado de manter o carro frio, é importante cuidar para que ele esteja bem molhado durante todo o processo.

Organize por onde começar

O indicado é que você separe o carro por partes para fazer a limpeza. Algumas pessoas recomendam que comece sempre pelo teto, seguindo de cima para baixo: teto, depois os vidros, porta-malas, capô, laterais e, por fim, as rodas.

Use os produtos corretos

Você sabia que é possível encontrar produtos específicos para cada parte do seu carro? O investimento em um shampoo apropriado para a parte externa do veículo vale a pena, pois o uso de detergentes e sabão em pó danifica a pintura e causa manchas. O mesmo para as luvas de lã natural ou microfibra, que absorvem melhor as partículas – ao contrário das esponjas de espuma, que mantém a sujeira no local e podem riscar o verniz da pintura.

A Promax Bardahl desenvolveu o Limpa Vidros que, além de limpar, evita que ele fique embaçado mesmo nos dias frios ou chuvosos e ainda impede o ressecamento das palhetas.

O Cristalizador de Parabrisas dá mais visibilidade ao motorista, mesmo nos casos em que há problemas com o acionamento do limpador, além de manter a durabilidade das palhetas e evitar as manchas no vidro.

O Limpa Tudo é indicado para limpezas em geral, com uma poderosa espuma que pode ser aplicada inclusive no teto e no tecido dos bancos, removendo manchas e odores.

Dica 3:::

| Guia sobre lubrificação de motores

Tudo que você precisa saber para entender mais sobre a lubrificação do motor do seu veículo.

É possível ampliar a vida útil do motor do seu carro quando você se preocupa e cuida dos componentes básicos do veículo. Entender como os sistemas funcionam, portanto, ajuda a descobrir o que deve ser feito e porquê.

A maior parte dos motoristas já sabe da importância de fazer a troca de óleo regularmente, visando manter o bom desempenho do carro. Mas por que a lubrificação é tão importante?

É sabido que o maior desgaste do motor ocorre no momento da partida. O motivo é que, nestes poucos segundos, peças que ficam na parte superior do motor trabalham a seco. Por isso o lubrificante precisa chegar rapidamente até essas peças, sem depender da temperatura e sua viscosidade tem papel fundamental.

O que é a lubrificação

Quando estamos falando de lubrificação do motor é importante ter em mente que se trata de uma substância química, que evita o contato direto entre duas superfícies metálicas, diminuindo o atrito, o desgaste e consequentemente a produção de calor.

Para exercer essa função nos veículos a combustão, existem três diferentes bases para o óleo para motor, fazendo com que classifiquemos os óleos em três categorias iniciais:

Óleo Mineral: este óleo é produzido através do refinamento do petróleo.

Óleo Sintético: a versão sintética é produzida por reações químicas.

Óleo Semi-Sintético: os óleos semi-sintéticos apresentam uma mistura de base mineral e sintética.

Funções do óleo lubrificante

Entre as principais funções do óleo lubrificante, está:

Reduzir o atrito e evitar o contato metálico entre os componentes do motor;

Absorver o calor gerado na combustão;

Fazer a limpeza de impurezas resultantes do funcionamento do motor;

Evitar a corrosão;

Vedar para impedir a passagem de gases da combustão para o cárter.

Classificação dos óleos para motor

Podemos também classificar os óleos de acordo com as suas principais características, como a viscosidade e a sua classificação por desempenho, neste outro conteúdo sobre o tema.

Falando sobre a viscosidade, é a resistência de um fluido ao escoamento. Esse é um dos fatores mais importantes do óleo de motor, pois um líquido mais viscoso pode ter maior dificuldade de circular pelo motor. Vale ressaltar que esta é uma característica que pode mudar de acordo com a temperatura.

Aditivação de óleos

Os óleos para motores, de acordo com a legislação brasileira, já devem ser aditivados com componentes químicos, que potencializam sua ação. No entanto, para garantir o melhor funcionamento e proteção ao motor, você pode optar por aditivos suplementares.

Os aditivos suplementares são componentes químicos que, ao serem adicionados aos óleos básicos, ajudam a potencializar as propriedades ou adicionar novas. Eles podem ser:

Detergente: ajuda a limpar os depósitos de sujeira dentro do equipamento.

Dispersante: elimina a sujeira que é causada pela queima do combustível.

Antidesgaste: reduz o desgaste das peças que compõem o motor.

Antiespumante: importante para a prevenção da formação de espuma.

Antioxidante: retarda a oxidação do lubrificante, mantendo-o eficiente por mais tempo.

A aditivação suplementar pode ser utilizada em veículos novos ou seminovos, ajudando a manter o bom desempenho e funcionamento do motor por mais tempo.

Dica 4:::

| Como saber quando é preciso trocar o óleo do carro?

O óleo de motor pode perder suas propriedades com o passar do tempo. Com isso, ao ter um óleo velho, seu veículo estará vulnerável e poderá sofrer danos, até irreversíveis, que trazem prejuízo ao seu orçamento.

Por isso, é essencial que você tenha atenção quanto ao período de troca – indicado pelo manual do proprietário de acordo com o modo de uso do veículo (regime normal ou severo). Ao realizar a troca, geralmente é colocado um adesivo no interior do para-brisa, indicando o momento da nova troca, porém, somente essa orientação não é garantia do momento certo da troca. Algumas ocorrências, como vazamentos, podem influenciar e até reduzir o período, sendo até menor do que a indicação do manual. Em função de tudo isto, você sabe qual é o momento certo da troca?

Avaliações frequentes

Especialistas recomendam que o nível do óleo seja verificado sempre que possível. Isso pode ser feito no momento de abastecer, por exemplo. Neste caso, fique alguns minutos com o motor desligado e em terreno plano para que o óleo retorne ao cárter (reservatório).

Isso é muito importante para descobrir se o nível, na vareta, está correto. Se estiver baixo, pode indicar vazamentos, queima excessiva do óleo gerando fumaça que podem ser anéis com desgaste. Algumas montadoras informam, no manual do proprietário, que é normal baixar o nível do óleo de acordo com a quilometragem. Por isso, é importante a checagem frequente, para não prejudicar o funcionamento do motor e você não ficar sem o carro.

Frequência de uso

O modo, normal ou severo, com que o veículo é utilizado interfere diretamente no período da troca do óleo do motor. Há uma série de fatores para definir o regime de uso, apontados no manual do proprietário, como temperatura, pouca utilização do veículo, entre outros.

É considerado regime severo de uso os veículos que trabalham em marcha-lenta no "anda e para" do tráfego urbano, atividade de táxi ou similar, uso do veículo sempre com carga ou reboque, percursos curtos (até 8 km) que não aquecem completamente o motor, uso frequente em estradas de terra ou areia e que fica parado por mais de 2 dias. Para estes casos a troca de óleo é indicada entre 5 e 7 mil quilômetros rodados ou 6 meses, o que ocorrer primeiro (de acordo com o óleo recomendado).

Se o veículo não for utilizado em nenhuma das condições apresentadas acima, é considerado regime normal de uso e a troca do óleo deve ser feita entre 10 e 15 mil quilômetros ou 12 meses, o que ocorrer primeiro.

Ao contrário do que todos pensam, para o motor e o óleo o uso em rodovias (viagens) é considerado a melhor situação para a lubrificação, pois temos rotação e temperatura constantes, bem como o registro de quilometragem igual ao funcionamento do motor. Já no uso urbano, além das frequentes alterações de temperaturas e rotações, o odômetro não registra o momento que o veículo está parado no trânsito e o motor em pleno funcionamento. Ou seja, ao apontar 5 mil quilômetros rodados, por exemplo, pode ser que o óleo tenha trabalhado duas ou três vezes mais.

O uso de aditivos suplementares pode manter por mais tempo as propriedades do óleo, protegendo seu veículo com mais eficiência até a próxima troca. Por isso, quando for completar o nível do óleo ou fazer a troca, não deixe de usar o aditivo suplementar adequado.

Óleo mineral x Óleo sintético

No mercado há óleos minerais e sintéticos, com acentuada diferença de preços e é normal o usuário optar pelo mais barato. Mas, o correto é seguir sempre a recomendação do manual do fabricante. Os óleos de origem sintética são desenvolvidos para resistir mais à oxidação, consequentemente oferecem maior proteção ao motor e durabilidade. Já os óleos minerais são mais suscetíveis à oxidação e, por este motivo, não são recomendados pelos fabricantes para os novos veículos.

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